quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Trabalho sem dinheiro ou dinheiro sem trabalho?

Trabalhas ou ganhas dinheiro?
Como usas o teu tempo? A trabalhar ou a ganhar dinheiro?
São duas coisas bem diferentes...

Há quem trabalhe e não ganhe dinheiro, há quem ganhe dinheiro e não trabalhe....
Quem te disse que eram a mesma coisa, pregou-te a mentira da vida.
Claro que há quem trabalhe e ganhe algum dinheiro, quem trabalhe e ganhe muito dinheiro e quem trabalhe e ganhe uma miséria (estou a ouvir a grande maioria das minhas amigas - lamexas e lamuriosas - a gritar: eu estou no grupo da miséria!!!).

Em criança: Semanada ou mesada

Logo quando somos crianças e os nossos pais nos dão uma semanada/mesada, a maioria está condicionada a algumas tarefas, a portar-mo-nos bem na escola, a termos boas notas...
Ok. é um princípio. Mas as crianças devem fazer as tarefas de casa porque também vivem na casa, devem ter boas notas, porque é para isso que andam na escola, devem portar-se bem porque é para isso que estão a aprender a ser bem educadas. A semanada/mesada deve ser, do meu ponto de vista, dada às crianças, como se dá um livro. Como forma de educação. Eu não dou um livro à criança porque ela se portou bem. Dou-lhe um livro para ela ler, abrir horizontes, sonhar, aprender. A semanada é a mesma coisa. Deve ser um instrumento para educá-la a lidar com dinheiro. Não lhe dou mais dinheiro porque já gastou tudo no primeiro dia.
Se eu quero ensinar o meu filho que o dinheiro se ganha com esforço do trabalho, devo condicioná-lo a uma série de tarefas. Se eu quero que o meu filho saiba multiplicá-lo, devo ensinar-lhe formas de o fazer e fomentar a que seja empreendedor. 

Em adulto: Ser patrão é do melhor!

Depois de crescermos ficamos com a regra de que dinheiro consegue-se com trabalho. Se virmos, a maior parte das pessoas que tem muito dinheiro, não o conseguiu com trabalho.
Por vezes este pensamento leva a acreditar-se que ser chefe/patrão é ser livre e não ter obrigações. Querida...outra ideia errada...ser chefe ou patrão dá um trabalhão dos diabos e dá mais trabalho e preocupação do que ser caixa de supermercado ou funcionária da Padaria. Mais...não te garante salário algum.

Então em que ficamos?

Se queres ganhar dinheiro, mas a sério, tens que ter várias fontes de rendimento. 
Eu agora ia dizer "ou és uma super-star, tipo Beyoncé, e ganhas dinheiro a vender discos...", mas nem isto é verdade. A senhora ganha dinheiro (e muito), com venda de CDs, com concertos, com merchandising, com royalities do uso do nome, com eventos, etc.... Ou seja até aquilo que poderia parecer uma profissão, são no fundo múltiplas fontes de rendimento.
Fazer, eu faço algumas coisas...mas dou-me ao luxo de fazer só aquilo que me apetece e gosto!
Ganhar dinheiro, é outra coisa...
Nunca vais ganhar dinheiro a ser caixa de supermercado, a ser secretária, a ser médica, a ser consultora, a ser apresentadora de televisão, se não criares outras (várias) fontes de rendimento.
Pior...quando te reformares, vais estar dependente dos "apetites" do Governo da altura de haver ou não Segurança Social? É mais certo ficares a depender dos teus filhos...ops...os teus filhos vão ter um trabalho precário?....Vão depender da tua ajuda?...

E várias fontes de rendimento: foge aos "biscates". Prefere as fontes de rendimento que libertam dinheiro sem a tua intervenção (como investidora), no limite como empresária. Se ainda tiveres muita vontade, tenta umas situações de empreendedora, mas neste último caso, prepara-te para trabalhar um bocado!

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Crescimento do mercado de luxo entre 10-15% anuais desde 1990 deve-se a aumento do poder de compra das pessoas!

Segundo o artigo de Mandel no jornal de Retalho e Serviços ao Consumidor, "o mercado de luxo tem-se tornado uma das indústrias com crescimento mais rápido do mundo, com uma taxa de crescimento aproximada entre10-15% anual desde 1990 [...]. O aumento das classes mais ricas nos países desenvolvidos, o aumento do poder de compra entre as mulheres trabalhadoras, os menores custos de produção e fatores sócio-culturais como a atenção dos media  para produtos de luxo têm afetado o crescimento do mercado de luxo"*

Será mesmo assim? Estamos todos a ficar mais ricos?
Ou a quebra dos custos de produção levam a que as marcas de luxo estejam a atrair consumidor de classes médias, para que sigam os estilos de vida dos mais ricos?
E o que a classe média está a comprar é luxo? Ou artigos de plástico made in China, com um bom Marketing e uma boa estratégia de comunicação?
....deixo a reflexão....

*Mandel et al, 2017; Journal of Retailing and Consumer Services - tradução livre

domingo, 18 de fevereiro de 2018

De 0€ a 1.000.000 € - ele conseguiu! E tu?

Ele é Artur Mariano e conseguiu. Escreveu o Livro "INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO: DO 0 AO MILHÃO". Dá dicas de quem aprendeu como se faz através da experiência prática.
Aqui a Chic conseguiu para ti um cupão de Desconto se quiseres adquirir o livro. Com o cupão CHICMIL consegues um desconto SUPER-chic!

Artur Mariano em Hoboken, New Jersey, Nova York


sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

"Investir em imobiliário: do 0 ao Milhão" - entrevista com o autor e desconto para quem comprar!

Entrevistei Artur Mariano, autor do livro Investir em Imobiliário: do 0 aoMilhão e consegui um desconto para quem comprar com o cupão CHICMIL!

1 - Quem é o Artur?

Uso vários chapéus na minha vida. Sou investigador científico numa área específica da Informática, sou sócio de capital de empresas do sector imobiliário e quando posso presto consultoria no ramo imobiliário, e recentemente tornei-me escritor pois lancei o meu primeiro livro: "Investir em Imobiliário: do 0 aoMilhão".

2 - Como surgiu o imobiliário e como se tornou financeiramente independente?

Eu estava numa das infindáveis reuniões na universidade alemã onde tirei o meu doutoramento pensando para mim "Será que é isto que vou querer para o resto da minha vida?".

Eu adoro ciência, tanto que nunca me consegui desligar da área, mesmo sendo muitas vezes uma área onde os investigadores se sujeitam a condições algo precárias. Mas na altura dava aulas na universidade.

Não é que eu quisesse sair dali. Mas sem dúvida eu queria ter o poder de sair, se assim quisesse: queria ser financeiramente independente...

Decidi que queria atingir a independência financeira para não ter que estar em reuniões onde não queria estar, a discutir coisas que pouco impacto teriam na minha vida.

E foi aí que o imobiliário surgiu na minha vida. Desde garoto que eu adoro casas e prédios... Para mim apreciar um edifício é melhor que comer um gelado.

Primeiro um imóvel, depois 4 e depois 10. Foi sempre a aumentar, visto que sempre quis que as coisas estivessem a andar para a frente, rumo à independência financeira.

3 - Lançou um livro que promete ser a referência para o imobiliário em Portugal. O que nos pode contar?

De facto o meu livro tem como objectivo ser a referência na área, até porque achei que fazia falta essa mesma referência.


O livro tenta chegar a toda a gente: do investidor que quer começar e não sabe como, ao grande investidor que pode optimizar o seu portefólio. Essencialmente foi isso que tive em mente ao escrevê-lo: fazer toda a jornada desde o 0 até ao milhão, sendo que o "milhão" representa naturalmente o grande portefólio, até pode ser mais que um milhão.

O livro tem 12 capítulos, e, a meu ver, toca nos principais pontos do investimento imobiliário, e na jornada toda que eu e vários investidores fizeram. É um livro escrito com base na minha experiência pessoal mas também na experiência com clientes e colegas investidores. Foi um projecto ambicioso e penso que o grande público vai beneficiar muito com ele.


4 - O que podem os leitores esperar do seu livro?

Na realidade eu escrevi o livro para que qualquer investidor pudesse saber mais sobre imobiliário, e que, como disse, pudesse ser útil ao investidor que quer começar e não sabe como até ao investidor que já tem um portefólio grande mas não sabe que o pode optimizar ou não sabe como.

Deixo um conjunto grande de dicas e métodos que me levaram muito tempo a desenvolver e naturalmente, por em grande parte ser baseado em experiência própria, trata-se de um livro que oferece uma versão prática das coisas, e não um manual escrito por alguém que nunca passou por os problemas que o livro aborda.

O feedback até agora tem sido fantástico, tendo nós já libertado o segundo lote da primeira edição. Acho sinceramente que pode ser uma referência, não no sentido de manual, mas no sentido de abrir a mente aos investidores, e mostrar-lhe caminhos que provavelmente não conheciam.


Obrigada Artur Mariano e "Olh'á promoção!!!" - Cupão CHICMIL

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

HI: Gelaroska - uma ideia diferente e lucrativa!

No Carnaval de 2016, Gabriel Velloso, estudante de direito resolveu trabalhar para a sua independência financeira e fazer algo agradável e que se revelou um sucesso: geladinhos de vodka!


Juntamente com a namorada, criaram uma receita, em que aos gelados de fruta substituem a água por vodka. Segundo ele experimentaram 6 receitas e foram dando aos amigos para experimentarem, até chegar à "fórmula" ideal.
Fizeram uma embalagem apelativa e foram distribuí-los para o meio dos corsos carnavalescos e para as praias de Salvador, que nesta altura (Verão) estavam cheias!
Também na distribuição não deixou "créditos por mãos alheiras", apostou em vendedores com muito boa apresentação!
Começou a fazer dinheiro, com uma atividade que lhe permite conciliar com o seu curso, pois os dias de maior trabalho são nos fins-de-semana e nos feriados.
O negócio está a ter tanto sucesso, que já tem 3 pessoas a trabalhar na produção,  3 vendedores a trabalhar para ele e faz consignação a outros vendedores (pontuais).
Atualmente faz também entregas ao domicílio (a partir de 10 unidades) e em festas!
As Geladoskas estão a ser vendidas de 0,50€ (shots de 80 ml) a €1,25 (embalagens de 160 ml)!
Neste próximo Verão já está a considerar lançar as Gelachamp (de champagne Chandon), por cerca de €3!

Vê mais aqui!

domingo, 21 de janeiro de 2018

Ideia de negócio #8: Escritório virtual

Já tenho escrito alguns posts com ideias de negócios, mas têm-me pedido para ser mais específica.

Por isso, cá vai...uma ideia de negócio para quem tem skills ou competências específicas em trabalho mais administrativo. Estamos a falar de prestar serviços de secretariado; estafeta; aluguer de salas, organização de eventos, telefonista, etc. Estes serviços são prestados à distância (fora das instalações do cliente).
A ideia não é nova, nem eu fui abençoada pela ideia EUREKA e descobri a pólvora. Os virtual offices existem nos EUA e em alguns países da Europa, mas cá ainda está pouco explorado.
Há 2 níveis de escritórios virtuais. Os que são on-line: ou seja são prestadores de serviço à distância e os que têm instalações físicas. Com o crescimento do negócio é muito provável a passagem do primeiro para o segundo nível, onde já se oferecem mais tipos de serviços (salas de reuniões, números de telefone dedicados, endereço fiscal, etc.).

Os clientes e problemas que lhes que resolve

Os clientes são principalmente PME que não têm capacidade ou é-lhes muito caro ter este serviço internamente, dadas as necessidades que têm. Uma pequena empresa pode não precisar de um administrativo a tempo inteiro, no entanto, ter este serviço liberta o empreendedor/responsável pelo negócio para fazer o que realmente interessa.
Este serviço poderá reduzir em muito os custos operacionais da empresa, e permite o foco no próprio negócio, potenciando um aumento das vendas.

Canais de venda e divulgação

Este tipo de negócio só se consegue potenciar quando for muito divulgado. Uma forma económica e eficaz de potenciar este negócio é através de parcerias com associações de empresários ou associações de empresas e não menos importante serão parcerias com incubadoras de empresas (as empresas que recorrem a incubadoras são geralmente pequenas, sem capacidade de ter muitos recursos humanos e com necessidades consideráveis deste tipo de serviço).

Serviços adicionais

Com o crescimento do negócio, podem começar a ser fornecidos serviços de Contabilidade, Legais, de Marketing, etc.

Necessidades de investimento

Começando por um primeiro nível (on-line puro), as necessidades de investimento são baixas. A constituição da empresa, contabilista, postos de trabalho (o número vai crescendo com o volume de trabalho) com computador, ligação à net, impressora (com fax - sim, ainda é necessário!!!), telefone, microfone para video-calls, armário para guardar documentação, material de escritório e divulgação (essencial nos primeiros tempos), site e contas de correio dedicadas.
Com o aumento para o segundo nível, as instalações já são uma componente importante dos custos (renda do escritório, que deve ter pelo menos sala de reuniões - com mesas e cadeiras, projetor, flipchart e acesso wireless - copa, máquina de café e águas).

Recursos Humanos

Um bom escritório virtual deve ter sempre alguém a atender o cliente. Há que ter os horários de funcionamento muito bem definidos para gerir as expectativas do cliente. O número de pessoas vai depender da necessidade, mas há algumas competências que são essenciais:
- Gestor: no início (e não só), há que ter alguém com uma visão do negócio, com capacidade de relacionamento e capacidade de promoção da empresa. Há que ter capacidade de negociação, de interação com os clientes, espírito pro-ativo, gerir conflitos e disciplina.
- Secretária: com capacidade de organização, de resolução de problemas, conhecimentos de secretariado, de informática e redes sociais, disciplina, cortesia e educação.

Modelo de negócio

O modelo de negócio deve ser discutido com o cliente para aferir as suas necessidade. Pode ser um serviço cobrado "à peça". Na maioria dos casos funciona como uma espécie de avença, na qual o cliente paga um valor mensal pelo serviço prestado. É comum e útil ter pacotes de serviços com preços definidos e com os serviços incluídos em cada pacote.

E pronto. Agora é fazer o plano de negócios e mãos à obra!